Fundadores

Antônio Jorge de Queiroz Jucá

Antônio Jucá nasceu em Cratéus, município do sertão cearense, em 02 de março de 1915. Quando criança, estudou no Colégio Cearense do Sagrado Coração e no Liceu do Ceará. Em 1932, foi admitido na Faculdade de Medicina da Bahia. Onde se formou em dezembro de 1937. Durante o período da faculdade, trabalhou com o professor de Clínica Médica, Arnaldo Tavares, momento em que se interessou pela área na qual faria especialização: a cardiologia.
Em 1943, Antônio Jucá seguiu para os Estados Unidos para fazer uma residência de, aproximadamente um ano de duração, no Laboratório de Cardiologia do Massachussets General Hospital, da Universidade de Harvard, sob orientação do médio Paul White.
Como cardiologista, teve trabalhos publicados em revistas nacionais e estrangeiras, e participou, ativamente, do Centro Médico Cearense, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, e da Fundação da Enfermaria de Cardiologia da Santa Casa de Misericórdia e do Centro de Cardiologia, no Porangabussu.
Antônio Jucá foi professor titular da Terceira Cadeira de Clínica Médica na Faculdade de Medicina do Ceará, durante seis anos. Trabalhou ainda no Insituto de Aposentadoria e Pensão dos Industriários (IAPI), entre os anos de 1946 e 1963, quando foi eleito Deputado Federal, sob a legenda do Partido Trabalhista Brasileiro, PTB. Foi companheiro de chapa do Senador Carlos Jereissati, tendo sido eleito, simultaneamente, para a Câmara Federal e para o Senado, como suplente. Com a morte de Carlos Jereissati, Antônio Jucá foi convocado, em caráter definitivo, para o Senado, onde permaneceu até sia morte, em 26 de outubro de 1965.

Arquimedes Bruno

Natural de Fortaleza, Arquimedes Bruno nasceu no dia 15 de outubro de 1911 e ordenou-se padre aos 30 de novembro de 1934. Foi assistente do Círculo dos Operários Católicos São José, professor do Seminário de Fortaleza e do Liceu do Ceará e co-diretor do Ginásio da cidade.
Exercendo o sacerdócio, foi capelão do Hospital Central da Polícia Militar e vigário em várias paróquias, dentro e fora do Estado. Nos anos de 1940, suas missas eram muito procuradas e ganhavam o crescente comparecimento di fiéis, encantados com seus sermões. Em cada oportunidade, Arquimedes, conhecido como um dos melhores oradores do Ceará e dono de grande inteligência e sagacidade, deixava registrada a opinião de quem não tinha medo de falar o que pensava.
Em 1942, ajudou a fundar a Sociedade de Assistência aos Cegos (SAC), tornando-se o primeiro presidente da instituição, de 1942 a 1946. Foram de Arquimedes Bruno as palavras que incentivaram a SAC a dar seus primeiros passos no auxílio àqueles que possuíam algum tipo de deficiência visual, alertando sempre para o fato de que a cidade não poderia continuar a conviver com a triste paisagem daqueles que, arrastados por guias ou sentados nas calçadas, com uma bacia à frente, imploravam a caridade pública.
Em 1944, participou da criação do Instituto do Câncer do Ceará. Apesar de não ser médico, Arquimedes bruno prestava auxílio religioso e confortava os doentes com seus sermões e palavras de esperança.
Na época do regime militar, iniciado em 1964, perseguido por aqueles que discordavam de suas idéias de uma sociedade justa e democrática, deixou o sacerdócio e exilou-se, voluntariamente, na França, onde passou a trabalhar como professor, casando-se algum tempo depois. Faleceu no final de 2002, aos 91 anos.

Haroldo Gondim Juaçaba

Haroldo Juaçaba nasceu em 31 de março de 1919, em Fortaleza. Quando jovem, estudou no Colégio Cearense do Sagrado Coração, onde concluiu o segundo grau, em 1934. Seis anos depois, graduou-se médico pela Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro.

Fez residência médica no Riverside Hospital, Kentucky, Estados Unidos, no setor de Cirurgia Geral, sob a orientação do Dr. E. Jackson, e especializou-se em cirurgia e cancerologia, com participação em cursos ministrados pelo Colégio Americano de Cirurgiões.

Educador nato, foi professor da Terceira Cadeira de Clínica Cirúrgica e de Anatomia Topográfica da Faculdade de Medicina do Ceará, e de Anatomia na Escola de Enfermagem São Vicente de Paulo. Ainda como educador, coordenou o Internato em Cirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC) e a Residência Médica em Cirurgia Geral do Hospital das Clínicas.

Considerado por muitos o precursor da cancerologia, no Estado, Haroldo Juaçaba foi responsável pela implantação da Residência Médica em Medicina Preventiva e Social, no Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social, o INAMPS, e do primeiro Banco de Sangue de Fortaleza, na Casa de Saúde César Cals, juntamente com os médicos José Carlos Ribeiro e José Banwart Bezerra.

Atual presidente do Instituto do Câncer do Ceará, Haroldo Juaçaba tem uma produção diversificada de artigos sobre medicina e educação, contando com mais de 60 trabalhos publicados. Sua visão humanista, focada na assistência ao doente e no ensino profissionalizante, pode ser resumida no lema que adotou: “Importa fazer o bem”.

João Batista Saraiva Leão

João Batista Leão nasceu em Quixeramobim, Ceará, em 25 de dezembro de 1895. Logo que concluiu o ensino médio, no Liceu do Ceará, foi admitido, como funcionário, do Departamento de Correios e Telégrafos, em Fortaleza.

Seu principal objetivo, entretanto, era formar-se em Medicina. Dessa forma, deixou a família em Fortaleza e seguiu para a Bahia, onde foi aprovado na Faculdade de Medicina daquele Estado, em 1927, aos 37 anos de idade. Durante o período da Faculdade, foi auxiliar do professor Eduardo Morais, momento em que interessou pela otorrinolaringologia, área na qual faria especialização.

Já em Fortaleza, exerceu cargo de professor de Higiene e Anatomia no Colégio Imaculada Conceição e de Francês, nos Colégio Militar e Floriano. Posteriormente, assumiu a cátedra de Anatomia Descritiva e Médico-Cirúrgico da Boca, na Faculdade de Odontologia do Ceará. Com a fundação da Faculdade de Medicina, Saraiva leão foi eleito o primeiro diretor dessa instituição, além de ser nomeado professor das disciplinas de Anatomia Descritiva e Anatomia Topográfica.

Saraiva Leão foi chefe do Serviço de Otorrinolaringologia da Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza. Exerceu ainda os cargos de médico da Caixa de Aposentadoria e Pensões da Rede Viação Cearense e do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos bancários. Foi membro titular do Instituto Histórico, Geográfico e Antropológico do Ceará, e patrono da cadeira 17, da Academia Cearense de Medicina. Além de fazer parte do grupo fundador do Instituto do Câncer, Saraiva Leão fez parte da primeira Diretoria da Sociedade de Assistência aos Cegos (SAC), em 1942.

Faleceu no dia 30 de dezembro de 1977, aos 82 anos.

José Waldemar de Alcântara e Silva

Natural de Anacetaba, atual município de São Gonçalo do Amarante, Waldemar de Alcântara nasceu no dia 12 de abril de 1912. Em 1928, aos 16 anos, veio para Fortaleza aprimorar os estudos no tradicional Colégio Castelo, no Liceu do Ceará e no antigo Colégio São José.
Desde muito novo, ainda na cidade natal, Waldemar queria ser médico. Com esse objetivo, ao concluir os estudos em Fortaleza, seguiu para a Bahia, onde foi admitido na Faculdade de Medicina da Universidade desse Estado, formando-se em dezembro de 1938. Quando retornou ao Ceará, fez especialização em cardiologia e em Saúde Pública.

Em 1940, Waldemar de Alcântara assumiu o cargo de médico sanitarista do Departamento de Saúde Pública do Estado do Ceará. Em 1944, participou do grupo fundador do Instituto do Câncer do Ceará e, quatro anos depois, da criação da Faculdade de Medicina do Estado, onde exerceu a cátedra de Doenças Tropicais e Infecciosas.

As atividades que exerceu, ao longo da vida, como médico e político, foram bem diversificadas. Com relação ao Instituto do Câncer do Ceará, o médico Newton Gonçalves, em depoimento dado ao jornalista Blanchard Girão, assinala que: “mesmo nas épocas em que estava muito ocupado com a política, mesmo quando no exercício das mais altas funções legislativas ou administrativas, como deputado, senador, ou como Governador do Estado, ele nunca de desvinculou do Instituto. Chegava lá como uma pessoa comum, na sua camioneta particular, e vinha reunir-se conosco, em pé de igualdade com os demais. Estava ali o médico, na plenitude do seu fervor pela vocação de seu mister”.

Já como aposentado, continuou participando das reuniões do ICC. Waldemar de Alcântara foi o primeiro presidente do Instituto, exercendo esse cargo até sua morte, em 10 de dezembro de 1991.

Jurandir Marães Picanço

Natural de Belém, capital do Pará, Jurandir Picanço nasceu no dia 07 de janeiro de 1902. Durante os estudos primários, passou pelo Colégio São Rafael e pelo Liceu do Ceará, onde foi secretário do Grêmio Literário Farias Brito. Estudou medicina na tradicional Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro, graduando-se médico em 20 de dezembro de 1927. No ano seguinte, retornou a Fortaleza, mas resolveu iniciar sua carreira médica na cidade de Russas, onde permaneceu por dois anos e meio.

Depois de fundar, em 1935, a Casa de Saúde São Gerardo, com o colega e amigo Vandick Ponte, participou ativamente da organização e fundação da Escola de Enfermagem São Vicemte de Paulo. Como membro da Sociedade Médica São Lucas, promoveu o I Congresso Brasileiro de Médicos Católicos, em julho de 1946. Em 1967, juntou-se aos psiquiatras Guy Gadelha, Marcus Heleno Cavalcante, Paulo Picanço, Vandick Ponte e Hélio Marcos para fundar o Instituto de Psiquiatria do Ceará.

Durante o exercício de sua profissão, Jurandir Picanço foi diretor do hospital de Isolamento e Saúde Pública do Estado do Ceará, diretor do Hospital Psiquiátrico São Vicente de Paulo, diretor clínico da Santa Casa de Misericórdia, presidente e orador oficial do Centro Médico Cearense, dentre outros cargos assumidos. Entre suas maiores conquistas, estão a criação do Instituto do Câncer e, posteriormente, a fundação da Faculdade de Medicina do Estado.

Livino Virgínio Pinheiro

Livino Pinheiro nasceu em Teffé, no Estado do Amazonas, em 12 de novembro de 1905. No Seringal Santa Clara, lugar que lhe serviu de berço, conheceu as primeiras letras e foi instruído por um índio da tribo Paumari. Quando chegou ao Ceará, em 1915, estudou no colégio Miguel Borges e no Liceu do Ceará, além de dedicar-se ao aprendizado de outros idiomas, como o latim, o francês, o italiano e o espanhol.

Cursou medicina na Universidade Federal de Pernambuco, graduando-se em 1933. Da sua paixão pela literatura, surgiu um pequeno jornal, O Facho, voz da juventude idealista de 1930. Em 1937, retorna a Fortaleza e faz especialização em dermatologia. Livino Pinheiro teve participação decisiva na fundação da Faculdade de Medicina do Ceará. Nessa época, uma das exigências do Ministério da Educação para o definitivo reconhecimento da recém-fundada instituição, era que essa tivesse uma cadeira de Anatomia e Fisiologia Patológica. Entretanto, até então, não havia ninguém habilitado para ministrar a matéria e nenhum dos fundadores tinha inclinação para se dedicar a essa área.

Dessa forma, Livino Pinheiro aceitou o desafio e, com a ajuda do empresário cearense Fernando Alencar Pinto, conseguiu uma bolsa para especialização em Anatomia e Fisiologia Patológicas, tornando-se o primeiro anátomo-patologista do Ceará e principal incentivador da área, no Estado. Antes de dedicar-se, integralmente, à Faculdade de Medicina, Livino Pinheiro trabalhou na Assistência Municipal, no Instituto de Previdência d Estado do Ceará (IPEC), na Legião Brasileira de Assistência e na Santa Casa de Misericórdia.

Faleceu no dia 13 de setembro de 1998, aos 92 anos.

Luiz Gonzaga da Silveira

Luiz Gonzaga da Silveira nasceu em São Benedito, Ceará, em 7 de março de 1907. Desde muito jovem, ansiava abraçar a carreira médica, mas, atendendo ao desejo da família, matriculouse no Colégio Militar de Fortaleza, em 1921, para se dedicar às Forças Armadas. Entretanto, dois anos depois, conseguiu permissão do pai e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde estudou no Colégio Pedro II.

Em 1929, foi admitido na Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, graduando-se médico em 1932. Em seguida, fez especialização em ginecologia e obstetrícia no Hospital Pro-Mater, Rio de Janeiro, e concluiu um curso de Cirurgia Torácica, no Hospital Miguel Pereira.

Além de participar da fundação do Instituto do Câncer do Ceará, Luiz Gonzaga da Silveira foi sócio-fundador da Casa de Saúde São Raimundo, médico do Instituto de Previdência do Estado do Ceará e tesoureiro do Centro Médico Cearense. Como professor da Faculdade de Medicina do Estado, foi titular da disciplina de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental, e também professor titular da Faculdade de Farmácia e Odontologia.

Defensor assíduo do aleitamento materno, Luiz Gonzaga da Silveira escreveu vários artigos defendendo a criação de um ambulatório destinado ao atendimento às gestantes, munindo-as das necessárias orientações.

Aposentou-se aos 65 anos, passando a colaborar com o projeto Casas de Parto, criado pelo médico Galba Araújo, em parceria com a Maternidade Escola Assis.
Faleceu, em Fortaleza, no dia 18 de novembro de 1986.

Newton Teófilo Gonçalves

Natural do município de Acaraú, Ceará, Newton Gonçalves nasceu no dia 17 de setembro de 1917. Em 1939, aos 22 anos, formou-se em Medicina pela Faculdade da Bahia, especializando-se em cirurgia. Trabalhou na Santa Casa de Misericórdia, além de exercer funções, como médico, na Marinha e Aeronáutica, participando também, ativamente, da Legião Brasileira de Assistência.

Foi um dos fundadores da Faculdade de Medicina do Ceará, em 1948, destacando sempre a importância da estruturação da biblioteca da instituição, onde foi professor da disciplina de Clínica Propedêutica Cirúrgica. Homem de poucas palavras, mas muito elegante e inteligente, Newton Gonçalves defendia o acesso igualitário à informação e a reciclagem profissional, como formas de valorização humana.

Apaixonado pela área cirúrgica, Newton Gonçalves comprava livros do exterior que pudessem guiá-lo em seu aperfeiçoamento, além de intermediar a aquisição de obras para enriquecer o acervo da Faculdade de Medicina. Os estudos tornaram-no, à época, um dos maiores especialistas em cirurgia torácica, pulmonar e de esôfago. Esses conhecimentos, aliados ao seu interesse pelo câncer, foram fundamentais no seu trabalho no ICC, onde colaborava na realização das cirurgias.
A paixão pelos livros redeu-lhes, ainda, outros frutos: é patrono da cadeira n° 48 da Academia Cearense de Letras. Aposentou-se aos 82 anos, restringindo suas atividades às de escritor.

Faleceu no dia 1° de junho de 1994.

Walter de Moura Cantídio

Walter Cantídio nasceu no dia 06 de novembro de 1913, em Apodi, Rio Grande do Norte. Sua vida estudantil transcorreu no Grupo Escolar 30 de Setembro e no Ginásio Diocesano Santa Luzia, ambos em Mossoró, e no Ginásio Pernambucano, no Recife. Em 1931, foi admitido na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco, onde se formou em 08 de dezembro de 1936. Especializou-se em dermatologia, co título expedido pela Associação Médica Brasileira e pelo Conselho Federal de Medicina.

Sempre objetivando aprimorar seus conhecimentos médicos, Walter Cantídio fez várias viagens de estudo a países como os Estados Unidos, Espanha, Itália, França, Porto Rico, Panamá e El Salvador. Tido como um dos maiores incentivadores da criação da Faculdade de Medicina, Walter Cantídio dedicou sua vida, em especial, à política universitária, chegando a assumir a diretoria da Faculdade de Medicina, em 1966, e a Reitoria da Universidade Federal do Ceará, entre 1971 e 1975.

Foi diretor do Instituto do Câncer, instituição que ajudou a criar e cujos passos sempre acompanhou de perto. Dentre as diversas instituições das quais participou, exercendo atividades administrativas e mesmo a presidência, destacam-se o Centro Médico Cearense, a Associação Brasileira de Dermatologia, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará e a Academia Cearense de Letras. Na administração pública, foi chefe do Departamento de Profilaxia da lepra do Estado do Ceará, diretor do Departamento Estadual de Saúde e secretário de Estado dos Negócios da Fazenda e da Educação e Saúde.

Walter Frota de Magalhães Porto

Natural de Fortaleza, Walter Porto nasceu no dia 17 de setembro de 1913. Após a conclusão do ensino médio, no Colégio Militar do Ceará, foi admitido na Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, onde se formou em 1937. Especializou-se em dermatologia e em clínica geral, além de fazer cursos nas áreas de cancerologia e física aplicada à radiação.

Logo que voltou do Rio de Janeiro, em 1938, Walter Porto assumiu a chefia do Serviço de Dermatologia, cargo que ocupou até quando veio a falecer. Ainda nesse ano, foi designado chefe do ambulatório de Clínica Médica da Santa Casa de Misericórdia do Ceará. Movido pelo grande interesse na área de dermatologia, dedicou parte de seu tempo ao estudo da hanseníase e de outras doenças da pele, como o câncer. Em 1949, assumiu a chefia do Serviço de Radioterapia do Instituto do Câncer do Ceará. Algum tempo depois, em 1956, passou a dirigir o Serviço de Câncer da Santa Casa de Misericórdia.

Dentre as sociedades científicas das quais participou, estão a Brasileira de Dermatologia, de Cancerologia e de Higiene, a Sociedade Cearense de Dermatologia e o Centro Médico Cearense. Além do Instituto do Câncer, Walter Porto fez parte da fundação da Sociedade Cearense de Radiologia, do Centro de Estudos do Departamento Estadual de Saúde do Ceará e da Sociedade dos Assistentes da Faculdade de Medicina, instituição na qual foi professor adjunto da disciplina de dermatologia.

Faleceu no dia 09 de julho de 1977, aos 63 anos.