Diversidade e preservação são foco de ação na FRT

Diversidade e preservação são foco de ação na FRT

Ter empatia, valorizar as minorias e respeitar a diversidade, para um aluno em formação na área de saúde, é fundamental para uma assistência mais humanizada, atenta às particularidades e raízes de cada pessoa. A partir desses valores, a Faculdade Rodolfo Teófilo (FRT) promoveu, em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, uma palestra facilitada pelo Pajé Cassimiro Itapewa, da etnia Tapeba, com a discussão dos desafios da gestão territorial indígena. A atividade também contou com o plantio de mudas em um ato simbólico pela preservação ambiental.

Respeito às diferenças

Para a professora Conceição Reis, que ministra a disciplina de Antropologia para os cursos de fisioterapia, enfermagem e serviço social, é fundamental que a comunidade acadêmica esteja aberta a discussões de cunho social, para que se desmistifique muito do senso comum. Com isso, os alunos aprendem na prática o conceito de empatia com o outro, além de serem promotores do respeito à diversidade e da luta contra o preconceito.

“É realmente a visão do outro que queremos passar. Quando eles estiverem atuando na prática, eles trabalharão com pessoas, com indivíduos diferentes deles. É importante respeitar a cultura, a religiosidade, a orientação sexual do outro, sem preconceitos. A Faculdade Rodolfo Teófilo, desde as suas raízes, sempre se preocupou em proporcionar essa inter e transdisciplinaridade”, pontua Conceição.

Inclusão e pertencimento

Estudante de Fisioterapia da FRT, David Ribeiro participou da palestra ministrada pelo Pajé indígena e considera fundamental a iniciativa de integrar pessoas de diversas vivências na formação acadêmica. Além das experiências interdisciplinares em saúde, David também sente a valorização em promover a inclusão tanto de forma teórica, por meio das disciplinas, como estrutural, com a atenção às necessidades dos alunos.

“Sou aluno com baixa visão, tenho resíduo visual. Sinto de perto a valorização à inclusão na faculdade e é bom ver essa integração. Em termos de material didático, não tenho problemas e, em sala de aula, os computadores adaptados permitem uma boa participação. Sinto-me valorizado, já que os colegas também ajudam bastante”, pontua o estudante.

 

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