fbpx

Pronon

O Pronon

Instituído pela Lei 12.715/12 do Ministério da Saúde, o Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) tem como finalidade captar e canalizar recursos para a prevenção e o combate ao câncer. Pessoas físicas e jurídicas que contribuírem com doações para projetos nessas duas áreas poderão se beneficiar de deduções fiscais no Imposto de Renda. O programa funciona nos mesmos moldes das leis de incentivo à cultura, pois autoriza, no caso, instituições de saúde a captar patrocínio via dedução fiscal.

Projetos apoiados pelo PRONON

Projeto Nova Casa Vida

A Casa Vida foi contemplada pelo Pronon através do “Projeto Nova Casa Vida: ampliação e qualificação da casa de apoio do ICC”. A proposta apresentada teve como objetivo gerar mais conforto e contribuir para o apoio psicossocial de 120 hóspedes da nova Casa Vida. O ICC captou integralmente o valor aprovado pelo Ministério da Saúde para, no montante de R$ 2.494.828,99. Os recursos foram alocados em 2016.

Os resultados esperados são:

– Equipagem da nova Casa Vida para 120 hóspedes.
– Novo serviço de hospedagem ao paciente com câncer em tratamento no HHJ (43.200 vagas por ano, ou seja, um aumento de 50% da capacidade).
– Novo Serviço de Acompanhamento Multidisciplinar ao Paciente com Câncer em Tratamento (3.600 atendimentos/ano, o que representa um aumento de 50% das vagas de atendimento).
– Transporte de paciente para tratamento.
– Alimentação adequada e farta para os hóspedes (cerca de 14.000 refeições servidas por mês).

Empresas Doadoras:

Projeto Oncogenética

Rastreamento de mutações genéticas para cânceres hereditários tem incentivo do PRONON

A determinação da incidência das mutações nos genes genes BRCA1, BRCA2, MLH1, MSH2 e MSH6, no período de 2017 a 2019, é o objetivo geral do projeto de Oncogenética do Instituto do Câncer do Ceará (ICC). O rastreamento de pacientes com câncer de mama ou câncer colorretal e potencialmente portadores das Síndromes Hereditárias de Predisposição ao Câncer (Câncer de mama e ovário hereditários e Síndrome de Lynch), em uma amostra de pacientes do Instituto do Câncer do Ceará é uma iniciativa pioneira no Sistema Único de Saúde.

ICC na fronteira do conhecimento

O pioneirismo em se instaurar um programa de aconselhamento genético é impactante para aumentar as chances de cura, chegando na doença de forma tempestiva, ainda mesmo no estágio assintomático, realidade absolutamente díspare ao que se encontra no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com Alberto Fiúza, Superintendente de Suporte Corporativo do ICC, receber o investimento e a chancela do PRONON para esse nível de pesquisa e detalhamento biomolecular, reforça a qualidade e o pioneirismo do ICC, principalmente no que se refere à aplicação de tecnologias na assistência oncológica.

Para obter o investimento para uma pesquisa desse porte, o Ministério da Saúde demanda uma série de etapas seletivas, que contemplam a avaliação técnica do projeto, a aplicabilidade, o interesse em escala nacional e o investimento de importantes parceiros, empresas que cedem 1% do Imposto de Renda à aplicação de projetos de pesquisa que tenham impacto social importante.

Essa cooperação nacional coloca o ICC na vanguarda do conhecimento e na fronteira das descobertas científicas de grande repercussão. O investimento do Ministério e de grandes empresas, muitas de fora da nossa região, é um motivo de grande orgulho pelo reconhecimento da expertise do ICC no tratamento de câncer.

Dentre os objetivos específicos do estudo, estão elencados:

– Realizar genotipagem para os genes BRCA1, BRCA2 nos pacientes com câncer de mama suspeitos para a Síndrome de câncer de mama e ovário hereditário.

– Realizar genotipagem para os genes MLH1, MSH2; MSH6 nos pacientes com câncer colorretal e outros tumores suspeitos para a Síndrome de Lynch.

– Correlacionar as mutações encontradas nos genes BRCA1, BRCA2 com fatores prognósticos clínicos, patológicos e imunoistoquimicos dos pacientes com câncer de mama e ovário.

– Avaliar a resposta terapêutica e sobrevida das pacientes com câncer de mama ou câncer de ovário com mutação confirmadas para os genes BRCA1 e BRCA2.

– Correlacionar as mutações nos genes MLH1, MSH2 e MSH6 e o status de MSI com fatores prognósticos clínicos e patológicos dos pacientes com câncer colorretal.

– Avaliar a resposta terapêutica e sobrevida nos pacientes com câncer colorretal com mutação confirmadas para os genes MLH1, MSH2 e MSH.

– Identificar a frequência de mutação nos genes BRCA1 e BRCA2 nos familiares sadios de primeiro grau de parentesco dos pacientes com câncer de mama e ovário hereditário, previamente confirmados para mutação.

– Identificar a frequência de mutação nos genes MLH1, MSH2 e MSH6 nos familiares sadios de primeiro grau de parentesco dos pacientes com Síndrome de Lynch, previamente confirmados para mutação.

– Documentar e acompanhar as famílias confirmadas para as referidas Síndromes no que se refere a diagnóstico de novos casos de câncer, sobrevida e características clínicas, que possa servir como base para futuros programas de aconselhamento genético locais ou nacionais.

Empresas Doadoras:

Agende sua consulta (convênio/particular)