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Tabagismo é um dos responsáveis pela segundo tipo de câncer mais comum no Brasil

Tabagismo é um dos responsáveis pela segundo tipo de câncer mais comum no Brasil

Segundo tipo de câncer com maior incidência entre os brasileiros, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma, o Câncer de Pulmão tem no Brasil uma previsão de 31 mil novos casos para o biênio 2018-2019, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Como um dos principais fatores de risco para a doença, o tabagismo está associado a nove de cada dez diagnósticos de câncer de pulmão em pacientes do sexo masculino e oito em cada dez casos em mulheres.

Quanto mais cigarros o indivíduo fuma por dia e quanto mais tempo o faz na vida, maior será a probabilidade de desenvolver câncer de pulmão. Segundo Dr. Helano Neiva, Pneumologista do Hospital Haroldo Juaçaba, a maior preocupação envolve ainda o consumo cada vez mais precoce de cigarros. “Na faixa etária de 12 a 16 anos, o cigarro ainda é a segunda droga mais experimentada pelos jovens. Com relação aos adultos, a indústria do tabaco não tem mais o mesmo potencial de crescimento, o que não acontece com relação aos jovens, que têm aumentado o consumo com o aumento da produção de cigarros mentolados e saborizados, por exemplo, que têm a tendência de disfarçar o gosto amargo”, aponta o médico. 

Tratamento integral

Para maiores chances de sucesso no tratamento, o diagnóstico precoce do câncer é de fundamental importância, uma vez que possibilita o combate à doença ainda em estágios iniciais. Por tratar-se de uma doença multifatorial, que impacta nos aspectos sociais, econômicos, psicológicos e nutricionais do paciente, o câncer demanda uma terapêutica que o contemple em todas essas esferas. 

Com esse cuidado centralizado, aliado da inovação e do suporte de tecnologias, é possível combater a doença de forma tempestiva, iniciando a era das terapias-alvo, que permitem uma atuação direcionada. No ICC, cada passo é dado pensando no melhor desfecho clínico do paciente. “A implantação do Serviço de Oncogenética, que permite um rastreio molecular do câncer, a utilização da inteligência cognitiva Watson for Oncology e o modelo de excelência da Linha de Cuidado são o reflexo do compromisso e da expertise da instituição em detecção, tratamento e cuidados continuados”, aponta Pedro Meneleu, CEO do Instituto. 

Sobre o ICC

Com 12.000 novos casos a cada ano, o Hospital Haroldo Juaçaba, do Instituto do Câncer do Ceará, é referência no atendimento oncológico, com aplicação de tecnologia e inteligência artificial para o tratamento, integralidade e investimentos para a melhoria da experiência dos pacientes. Com 100% dos pacientes SUS cadastrados na plataforma Watson for Oncology, da IBM, o ICC revoluciona o tratamento do câncer no Brasil ao trazer a Inteligência Artificial no modelo de linha de cuidado.

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